sábado, 31 de dezembro de 2011
Garota de 23 anos sai com homem de 60 e furta R$ 8 mil
Parte do dinheiro recuperado estava na conta do namorado da garota, que é caminhoneiro e levou um susto ao saber do fato.O dono de uma metalúrgica no Rio de Janeiro foi furtado, na última quinta-feira (29), na casa onde mora, após ter conhecido uma garota de programa, em um bar, na cidade de Feira de Santana. A acusada, identificada como Andressa, 23 anos, foi localizada ontem (30), mas depois de ouvida foi liberada por falta de flagrante.
O homem, de 60 anos de idade e que não quis ser identificado, disse ao Acorda Cidade que estava paquerando a garota, quando um jovem identificado como Geovane, percebeu seu interesse e agendou o programa na casa da vítima.
Os três fizeram o programa e no dia seguinte o homem, que é desquitado e mora em Feira de Santana há quatro anos, percebeu que foi furtado. Os jovens levaram em R$ 8 mil reais e o metalúrgico foi orientado por um amigo policial a prestar queixa.
Após localizar os dois acusados a polícia conseguiu recuperar a quantia em dinheiro de R$ 4.500. O restante foi gasto, segundo a polícia, com roupa e perfume. O dinheiro recuperado estava na conta do namorado da garota, que é caminhoneiro e levou um susto ao saber do fato. Os acusados foram ouvidos pelo delegado José Luiz Lapa e liberados.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Padre acusado de pedofilia teria estuprado cinco crianças da mesma família
Entre as seis crianças vítimas de suposto estupro, cometido por Evangelista Moisés de Figueiredo, 49 anos, uma é do sexo masculino e cinco delas faziam parte da mesma família. Pároco da Igreja São Francisco de Assis há 10 anos, o suspeito será mantido em prisão preventiva até o fim das investigações. A idade das crianças varia entre 5 e 14 anos.
De acordo com a delegada Valéria Raquel Martinera da Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), o padre teria abusado das crianças ao longo de um ano. O relato das crianças é o mesmo. Em troca, ele prometia ajuda com tarefas de casa ou somas em dinheiro, que variavam entre R$ 20 e R$ 30, e que nunca eram pagas. Ainda segundo a titular, o abuso se daria dentro da casa das próprias vítimas, assim como na residência do suspeito. Além disso, o religioso obrigava as crianças a assistirem vídeos pornográficos por meio do celular.
A ocorrência do crime foi registrada há 3 semanas pela mãe de cinco das crianças na Delegacia de São Sebastião. O caso foi encaminhado à DPCA, que passou esse período investigando a denúncia.
O padre foi preso por volta das 6h desta sexta-feira (30/12) no condomínio Del Rey, próximo a saída de Unaí. Dentro da casa foi apreendida uma arma calibre. 36 com a cartucheira. Ele será indiciado por estupro vulnerável com pena que varia entre oito a 15 anos de reclusão, além de porte ilegal de arma, podendo pegar de um a três anos. Somados os crimes, a pena pode chegar a 90 anos de prisão.
A Igreja onde o pároco atua fica localizada na região do condomínio onde mora o padre, que integra a Ordem dos Carmelitas. A Arquidiocese de Brasília ainda não se pronunciou sobre o assunto. A assessoria jurídica está tomando conhecimento dos fatos para definir que tipo de acompanhamento será dado ao padre.
De acordo com a delegada Valéria Raquel Martinera da Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), o padre teria abusado das crianças ao longo de um ano. O relato das crianças é o mesmo. Em troca, ele prometia ajuda com tarefas de casa ou somas em dinheiro, que variavam entre R$ 20 e R$ 30, e que nunca eram pagas. Ainda segundo a titular, o abuso se daria dentro da casa das próprias vítimas, assim como na residência do suspeito. Além disso, o religioso obrigava as crianças a assistirem vídeos pornográficos por meio do celular.
A ocorrência do crime foi registrada há 3 semanas pela mãe de cinco das crianças na Delegacia de São Sebastião. O caso foi encaminhado à DPCA, que passou esse período investigando a denúncia.
O padre foi preso por volta das 6h desta sexta-feira (30/12) no condomínio Del Rey, próximo a saída de Unaí. Dentro da casa foi apreendida uma arma calibre. 36 com a cartucheira. Ele será indiciado por estupro vulnerável com pena que varia entre oito a 15 anos de reclusão, além de porte ilegal de arma, podendo pegar de um a três anos. Somados os crimes, a pena pode chegar a 90 anos de prisão.
A Igreja onde o pároco atua fica localizada na região do condomínio onde mora o padre, que integra a Ordem dos Carmelitas. A Arquidiocese de Brasília ainda não se pronunciou sobre o assunto. A assessoria jurídica está tomando conhecimento dos fatos para definir que tipo de acompanhamento será dado ao padre.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
José Rainha teria morte encomendada na prisão
Uma carta enviada à família do líder sem-terra José Rainha Júnior, em Teodoro Sampaio (SP), denuncia um suposto pagamento pela morte do ex-militante do Movimento dos Sem-Terra (MST). Rainha Júnior está preso desde junho deste ano na Penitenciária Zwinglio Ferreira (P-1), em Presidente Venceslau, acusado de chefiar um esquema de desvio de recursos da reforma agrária.
A carta teria sido escrita por um preso "funcionário" do "castigo", ala em que ficam os presos mais rebeldes, e faz referência à quantia de R$ 500 mil oferecida pela cabeça de Rainha e de seu braço direito, Claudemir Silva Novais, preso sob a mesma acusação. O dinheiro seria repassado por "fazendeiros". O texto dá conta de que Rainha e Claudemir seriam mortos durante uma transferência - o chamado "bonde" - para a Penitenciária de Pinheiros, na capital.
Os crimes seriam praticados por integrantes do bando do "anjo Gabriel", um suposto grupo de extermínio que agiria nos presídios. A Rede Social de Justiça e Direitos Humanos, ligada a movimentos sociais, divulgou nota chamando a atenção das autoridades para a ameaça. Conforme a nota, José Rainha Júnior teve o nome incluído na lista de ameaçados de morte da Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Segundo a Rede, o líder já foi vítima de atentados e sua prisão ocorreu às vésperas do envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa de São Paulo que busca "regularizar a grilagem no Pontal do Paranapanema". A mulher de Rainha, Diolinda Alves de Souza, recebeu a informação de funcionários do presídio de que os dois presos foram transferidos para a unidade da capital.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Ouvidoria investiga abusos e omissões aos direitos humanos no Brasil
Um expediente inédito começou a ser usado pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos para investigar violações graves ocorridas no país. Em pouco mais de um mês, quatro procedimentos para apuração de violação coletiva de direitos humanos foram instaurados pelo órgão, que é ligado à Secretaria de Direitos Humanos.
O mais recente cobra das companhias aéreas a instalação de equipamentos automáticos de suspensão para auxiliar cadeirantes a entrar em aeronaves comerciais, uma vez que tal maquinário deveria estar em funcionamento desde 2007, por força de um decreto.
O outro procedimento de apuração coletiva expedido pretende investigar as causas da violência exagerada em Marabá (PA), onde a taxa de assassinatos é de 125 por 100 mil habitantes — bem maior que o índice nacional, de 26. Em outro caso, o objetivo será apurar denúncias de que mulheres presas em São Paulo são mantidas algemadas na hora do parto.
O outro procedimento de apuração coletiva expedido pretende investigar as causas da violência exagerada em Marabá (PA), onde a taxa de assassinatos é de 125 por 100 mil habitantes — bem maior que o índice nacional, de 26. Em outro caso, o objetivo será apurar denúncias de que mulheres presas em São Paulo são mantidas algemadas na hora do parto.
Há também mais um procedimento instaurado que questiona a proibição, determinada em um decreto de 1965, do uso de coletes à prova de tiros de fuzil por parte de civis. A instauração dessa apuração foi provocada pela morte do cinegrafista da Band Gelson Domingos, no início de novembro, enquanto registrava uma troca de tiros entre polícia e bandidos em uma favela do Rio de Janeiro sem colete apropriado.
Embora todos os procedimentos sejam ainda recentes, sem nenhuma resposta por parte das autoridades acionadas, o ouvidor nacional de direitos humanos, Domingos Sávio Dresch da Silveira, acredita na efetividade do recurso. “Em um primeiro momento, esse procedimento é importante para ao menos dar visibilidade àquela violação que, muitas vezes, passa despercebida aos olhos da sociedade e do poder público”, explica o ouvidor. De acordo com ele, o expediente foi pensado pela Ouvidoria de Direitos Humanos, que tem pouco mais de um ano de criada, como uma forma de ser mais proativa.
“É uma forma de agir sem precisarmos ser necessariamente provocados por uma denúncia dirigida”, diz Domingos. Para o ouvidor, o caso das gestantes presas mantidas algemadas durante o parto é um dos mais absurdos abusos contra a dignidade. “Fica claro que a proibição do uso de algemas preconizado pelo Supremo Tribunal Federal é uma regra criada para os criminosos de colarinho branco. Ou será que uma mulher em trabalho de parto, com escolta a sua volta, representa ameaça a alguém ou risco de fuga?”, questiona Domingos.
A regra que restringe a militares o uso de coletes à prova de balas de fuzil, na avaliação do ouvidor, também representa uma violação imensa dos direitos dos civis, maioria da população brasileira. “Estamos falando de um decreto de 1965, baixado na época da ditadura, que vigora até hoje, escolhendo quem pode se proteger e quem não pode”, critica Domingos. Ele afirma que o procedimento para apuração coletiva de direitos humanos, nesse caso, não impede a discussão sobre os limites das coberturas policiais. “Precisamos discutir essa questão, que é complexa. Por que, de um lado, é importante garantir a presença do jornalista para que os fatos cheguem com mais clareza à população. De outro, há limite, inclusive para as empresas pensarem, a ser colocado? Precisamos pensar sobre isso”, pondera.
Questionamentos
Embora todos os procedimentos sejam ainda recentes, sem nenhuma resposta por parte das autoridades acionadas, o ouvidor nacional de direitos humanos, Domingos Sávio Dresch da Silveira, acredita na efetividade do recurso. “Em um primeiro momento, esse procedimento é importante para ao menos dar visibilidade àquela violação que, muitas vezes, passa despercebida aos olhos da sociedade e do poder público”, explica o ouvidor. De acordo com ele, o expediente foi pensado pela Ouvidoria de Direitos Humanos, que tem pouco mais de um ano de criada, como uma forma de ser mais proativa.
“É uma forma de agir sem precisarmos ser necessariamente provocados por uma denúncia dirigida”, diz Domingos. Para o ouvidor, o caso das gestantes presas mantidas algemadas durante o parto é um dos mais absurdos abusos contra a dignidade. “Fica claro que a proibição do uso de algemas preconizado pelo Supremo Tribunal Federal é uma regra criada para os criminosos de colarinho branco. Ou será que uma mulher em trabalho de parto, com escolta a sua volta, representa ameaça a alguém ou risco de fuga?”, questiona Domingos.
A regra que restringe a militares o uso de coletes à prova de balas de fuzil, na avaliação do ouvidor, também representa uma violação imensa dos direitos dos civis, maioria da população brasileira. “Estamos falando de um decreto de 1965, baixado na época da ditadura, que vigora até hoje, escolhendo quem pode se proteger e quem não pode”, critica Domingos. Ele afirma que o procedimento para apuração coletiva de direitos humanos, nesse caso, não impede a discussão sobre os limites das coberturas policiais. “Precisamos discutir essa questão, que é complexa. Por que, de um lado, é importante garantir a presença do jornalista para que os fatos cheguem com mais clareza à população. De outro, há limite, inclusive para as empresas pensarem, a ser colocado? Precisamos pensar sobre isso”, pondera.
Questionamentos
» Razões do índice alarmante de homicídios em Marabá (PA), de 125 por 100 mil habitantes.
» Frequência e motivos da prática de manter presas algemadas em São Paulo durante o trabalho de parto.
» Embasamento para a regra, prevista na legislação, que proíbe civis de usarem coletes contra balas de fuzil.
» Frequência e motivos da prática de manter presas algemadas em São Paulo durante o trabalho de parto.
» Embasamento para a regra, prevista na legislação, que proíbe civis de usarem coletes contra balas de fuzil.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
NO QUEM É QUEM MESSI PROVOU QUE É O MELHOR DO MUNDO
O torcedor santista confiava que Neymar pudesse complicar a vida do Barcelona. Mas talvez fosse necessário o auge da genialidade de Pelé neste domingo para duelar com Messi. No esperado confronto no estádio Internacional de Yokohama, do Japão, o Peixe não viu a cor da bola e presenciou um show do campeão europeu, que construiu um placar de 4 a 0 e confirmou o favoritismo na decisão do Mundial de Clubes.
Considerado um dos grandes esquadrões da história, o Barcelona resolveu a fatura no primeiro tempo, com gols de Messi, Xavi e Fábregas. Na etapa final, ratificou o triunfo novamente com Messi.
Com o resultado, a geração de Neymar não consegue igualar a Era Pelé, que havia vencido o título em 1962 e 1963. Já o Barcelona alcança a segunda conquista mundial e termina com o jejum diante de brasileiros - havia perdido para o São Paulo em 1992 e Internacional em 2006.
Na escalação inicial deste domingo, o técnico Muricy Ramalho surpreendeu e mudou radicalmente a forma de jogo do Santos, com três zagueiros. No início, a marcação incomodou, mas, aos poucos, o Barcelona encontrou os espaços e aproveitou a fragilidade da defesa do campeão da Libertadores
Considerado um dos grandes esquadrões da história, o Barcelona resolveu a fatura no primeiro tempo, com gols de Messi, Xavi e Fábregas. Na etapa final, ratificou o triunfo novamente com Messi.
Com o resultado, a geração de Neymar não consegue igualar a Era Pelé, que havia vencido o título em 1962 e 1963. Já o Barcelona alcança a segunda conquista mundial e termina com o jejum diante de brasileiros - havia perdido para o São Paulo em 1992 e Internacional em 2006.
Na escalação inicial deste domingo, o técnico Muricy Ramalho surpreendeu e mudou radicalmente a forma de jogo do Santos, com três zagueiros. No início, a marcação incomodou, mas, aos poucos, o Barcelona encontrou os espaços e aproveitou a fragilidade da defesa do campeão da Libertadores
O Barcelona retomou o amplo domínio. Aos 34 minutos, a zaga santista cochilou com um jogador que estava em impedimento e, na sequência do lance, viu a bola explodir no travessão no arremate de Daniel Alves.
Aos 37, o Barça construiu a goleada. Em jogada que começou com o versátil Daniel Alves na esquerda, Messi definiu. O melhor do mundo recebeu livre na área e, esbanjando tranquilidade, driblou Rafael para rolar a bola em direção à meta santista: 4 a 0.
Aos 37, o Barça construiu a goleada. Em jogada que começou com o versátil Daniel Alves na esquerda, Messi definiu. O melhor do mundo recebeu livre na área e, esbanjando tranquilidade, driblou Rafael para rolar a bola em direção à meta santista: 4 a 0.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Jucá diz que PMDB não pressionou Peluso para STF dar posse a Jader Barbalho
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O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse hoje (15) que a bancada peemedebista não pressionou o ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), antes da votação do recurso apresentado pela defesa de Jader Barbalho (PMDB-PA). Ontem (14), usando o chamado voto de qualidade, Peluso desempatou a votação do recurso apresentado pelo político paraense e determinou que Barbalho tome posse imediatamente no Senado.
Depois da decisão, a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), que perderá a vaga para Barbalho, acusou o presidente do STF de ceder à pressão do PMDB, porque antes da decisão Peluso recebeu a bancada peemedebista.
“Não houve nenhum tipo de pressão, pelo contrário. Fomos ao Supremo Tribunal Federal registrar nossa confiança na Corte de que as questões seriam resolvidas. O PMDB tinha a obrigação de defender o candidato Jader. A Lei da Ficha Limpa é importante, mas não valeu para a eleição de 2010, portanto, o candidato Jader, em nossa opinião, que foi a opinião do Supremo, estava em condições de assumir”, disse Jucá.
Jader Barbalho foi candidato ao Senado pelo PMDB do Pará e obteve 1,8 milhão de votos. No entanto, teve seu registro negado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa e não pôde tomar posse.
Depois da decisão, a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), que perderá a vaga para Barbalho, acusou o presidente do STF de ceder à pressão do PMDB, porque antes da decisão Peluso recebeu a bancada peemedebista.
“Não houve nenhum tipo de pressão, pelo contrário. Fomos ao Supremo Tribunal Federal registrar nossa confiança na Corte de que as questões seriam resolvidas. O PMDB tinha a obrigação de defender o candidato Jader. A Lei da Ficha Limpa é importante, mas não valeu para a eleição de 2010, portanto, o candidato Jader, em nossa opinião, que foi a opinião do Supremo, estava em condições de assumir”, disse Jucá.
Jader Barbalho foi candidato ao Senado pelo PMDB do Pará e obteve 1,8 milhão de votos. No entanto, teve seu registro negado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa e não pôde tomar posse.
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